terça-feira, 12 de janeiro de 2021

Contos eróticos Encontro para solitário Ela era linda, todas o são, as imagens na tela do visor trazem recursos de aparência tornando as mais belas. Obviamente há mulheres que não precisam desses recursos tecnológicos e são bonitas por natureza, mas a ambição é grande e elas ainda assim usam esses recursos. Eram meses em que eu não tinha mais atenção. E a exaustiva discussão sobre a ciência já não mais me apetecia. Entrei na seara da convicção que dizia que não se podia mais nada contra o stablisment, e continuaríamos cavando sobre si mesmo, salvando uns mais esperto que outros, ou os que fazem nada a respeito da transformação. Então em dessas palestras eu a vi. E foi só. Pessoalmente ela estava elegante e falava pausadamente, pude observar que não tinha muito o que trazer de inteligência aprimorada, quero dizer, ela ainda repetia as mesmas preocupações tolas no qual estamos discutindo e tentando reverte, eu no caso. Pois o resto apenas reclamava o mais do mesmo. Quando ela falou eu ouvi. Depois disso eu falei, e argumentei tudo o que já fazia antes, e como sempre eu era o louco. Todos ficaram desconfiado, ela não, ela gostou, quando fui na raiz do problema, quando afirmei que a não elaboração de um condução cientifica inicial era um atraso e que os esforços por conduzir a uma ciência total eram um tanto inúteis, apesar de interessantes. E que a divisão do saber era importante para o aprimoramento e cadencia da inteligência. Não foi a primeira vez que abordei esses problemas, além de que ainda assim abordei as soluções e caminhos para a emancipação intelectual e sadia da inteligência humana desde breve. Concluo que esses tipos de ideias não são corriqueiros, e por essas razões elas são reduzidas. Ou seja, grande parte dos que ali estavam não pensavam nelas, e por isso tinham pouco interesse. Estavam basicamente aconchegados com as ideias tardias e obsoletas ou que não tinha convencimento, ou por que não queriam mais pensar e se dar ao trabalho. Então sai do ambiente de debates, todos estavam cansados, e exaustos, as explicações e argumentos pouco convenciam, e a fome então os alertou. Todos saíram devagar. Eu gostava de causar esse mal-estar, e acreditava que por isso estava certo. Por que além disse todos refletiam e observam a desgraçada percepção da realidade daquela dimensão. O mundo girava e pouco era feito. A criminalidade crescia e o desentendimento era constante. As palavras não ajudavam mais, e a razão também, tinha a impressão que a logica não fazia mas falta, e o que valia eram os apelos emocionados, a decadência da emoção demagoga. Não me importava mais, segui solitário pelos corredores, a vida precisava seguir, triste e mesmo amargurada. Mas era péssimo pensar, era preciso uma distração, era preciso estar longe de tudo. Olhar o mundo ver a violência crescendo e a angustia aumenta e saber que nos éramos os culpados por essa desolação. Pus meus óculos escuro, e era essa uma verdade, tudo em sombras, nada em luz. Acendi meu cigarro, e essa também era a verdade, queimar algo, e respirar a fumaça das cinzas. Era uma espécie de solução. Mas eu queria era um baseado. Fumar maconha e pensar, até ter sono, ou mesmo comer o que tiver, me encher de alguma coisa que me satisfaça mesmo que momentaneamente. Eu queria também uma mulher, minha esposa, havia viajado, fazia seus trabalhos distantes, mas voltava depois de duas semanas, e mesmo assim ficava pouco comigo. E a solidão me acompanhava. E me inclinava a canalhice. Então na minha sala eu observava no celular as mulheres pondo suas fotos cheias de mudanças, de estéticas diferenciadas. De apetrechos virtuais. Era interessante. E haviam tantas. Tantas mesmo. Cada uma a seu modo, seu jeito, mas semelhantes. Posso pensar de uma forma antropológica crua e desvairada. Ou posso pensar de uma simples e modesta, cada uma ali, se exibindo, mostrando uma as outras o que são. Confesso que as coisas de celulares hoje em dia nos prendem, nos ordenham, e conduzem a ações simplórias que desgastam os verdadeiros interesses da alma, ou do intelecto, nos fazendo deixar de aprender e saber, e por isso, agora afeito a essa condução de celulares somos conduzidos feito manada. A civilização ocidental se depara com um novo mal, um mal que se alastra pela velocidade. Muito se discuti sobre a velocidade de ter de se expor primeiro, de estar entre os primeiros, a velocidade que nos atrasou e levou para a caminha suicida do totalitarismo. Foi durante as épocas das artes futuristas que se exaltou o tecnocrático, o racionalismo exacerbado e burocrático. E por esses ensejos se formaram batalhões de cientistas prontos para conduzir a sociedade, mesmo que fazendo violência. Meus pensamentos divagavam sobre a realidade. E a insatisfação me perseguia. Então adormeci. E acordei sobre alarme de uma chamada no celular, um sinal pequeno brilho, fui ver o que era. Era a moça bela que dias antes estava no debate. Estava cansado de tudo, e me perguntei o que ela queria, era havia me mandado um oi. Eu respondi, ela retornou imediatamente, falando que gostou do que eu havia dito, eu ri. Que piada pronta, gostou do que eu disse, grande coisa. Perguntei se ela estava solteira. Fui a geladeira, abri uma garrafa de whisk e despejei no copo apropriado, bebi de uma vez tudo. E fiz de novo, foram cinco doses. Pensei que algo poderia ser feito. Não tinha tempo para esperar, não tenho mais tempo para romances, e flores, já tenho mulher, e para essas atrevidas eu sou do duas coisas, meu tempo e meu sexo. E quem sabe o convencimento de que ela deva aprender mais a questionar. Logo eu marquei o encontro. Apenas disse, posso te pegar de carro? Ela havia dito que iria a academia, então eu disse que não havia problema, eu pegaria ela depois. O que fez ela concordar. Chegando lá, comprei balas de hortelã com um vendedor ambulante, dei mais que o troco, e disse que podia ficar. Ele sorriu e agradeceu. Então eu esperei num banco de praça próximo da academia. Enquanto observava a rotina das pessoas. Uns saindo e entrando no shopping onde ficava a academia. Cada qual fazendo algo que não me interessava. Nada me interessava, apesar de reconhecer que poderiam estar fazendo coisas importantes. Mas mesmo assim nada me importava, estava cansado daquela realidade, eu precisava de algo para mudar a rotina de stress, como disse, um baseado ou uma mulher. Algo que me desviasse o olhar sobre a existência que vivia. Ela apareceu em roupas de passeio. Disse que esperava ver ela com roupas de malhação. Para minha surpresa ela já estava molhada, cabelos molhados evidenciavam. Ela riu e disse que pensava que íamos sair. Concordei com ela, era isso mesmo que iriamos fazer. Fomos a um bar próximo, e pedimos cerveja, fiz um pedido de um grande copo de um litro, e pedi também batatas fritas. Conversamos sobre a realidade, mas nada sobre o que tinha acontecido no debate. De tanto pensar eu só queria ouvir. Até que em aproximei e a beijei. Ela não deu resistência, era para isso que estávamos ali. Para nos encontrar. Fomos para um quarto de motel. Ela tirou a roupa e ficou apenas de calcinha. Era verdadeiramente linda, eu a beijei nos ombros, e pude então sentir toda a sua pele macia e morena, também seu perfume afrodisíaco, assim como o calor que produzia o seu corpo. Na minha mente sustentei a ideia de que seria apenas isso, um dia de sexo com alguém diferente. E foi, e por isso também eu aproveitei, beijei todo o seu corpo, indo dos ombros aos seios, e dos seios a sua barriga e indo para suas pernas pude beijar suas cochas e mergulhar em sua vulva, eu a chupei, era o que queria. Antes disso eu pensava, que ela era alguém que precisava ser chupada. Eu a satisfiz, ela gemia e apertava minha cabeça em vagina. Fiquei bons minutos a chupando, sua vagina esta limpa, sem cheiro algum. Beijei e beijei os lábios, enfiei minha língua o quanto pude. Coloquei meus dedos, e mexendo cada vez mais ela se excitava. E sua buceta emudecia, ficava mais molhada. Até eu me lambuzar pondo minha face nela, me chafurdando em sua buceta. Ela gemia e gritava levemente. Era exatamente o que queríamos. E era por isso que eu estava ali. Então avancei sobre ela com minha cara toda melada de seus fluidos vaginais, eu a beijei na boca e naturalmente meu falo endurecido entrou em sua vagina, ela gemeu e me apertou com as mãos meu corpo contra o seu. Ficamos colados. Meu movimento era o de entrar e sair, meu cacete sentia toda a sua vagina intumescida, e eu sentia seu fluidos melando todo meu pau. Então depois de muito beijo na boca, levantei sua perna sedosa e levemente grossa para meu ombro esquerdo, nos descolamos, e nós olhamos, eu a beijei novamente de leve na boca, e disse que ia soca-la. Há soquei. Começando devagar, num movimento natural, então fui mais rápido e com força. Ela gemia com mais ímpeto, e gritava, e gemia, e me chamava. E também pedia enquanto me olhava. Meu corpo sentiu a exaustão. Eu deitei ao seu lado, e ela me fez caricias, me beijou no corpo inteiro, e descendo se concentrou meu cacete, ela começou a me chupar. E chupava mais e mais, engolia e deixava meu cacete melado com sua baba. Meu cacete ficava mais e mais duro, então ela ficou sobre mim, e mexia seu quadril, sentando e rebolando. Mexendo cada vez mais rápido ela requebrava seus quadris, pude sentir todo seu corpo por dentro, até o seu orgasmo. Ela gemeu alto e gozou. Continuou por alguns segundos e então deitou ao meu lado. Fomos no nosso limite? Eu ainda não havia gozado, meus dias de casado me permitiram ter mais controle sobre o sexo. Disse a ela que podíamos dormir. Ela concordou, estávamos cansados mesmo. Era preciso. Não havia mais nada a falar. Ela concordou subliminarmente. Dormimos e fomos acordados já a noite pela telefonista. Fomos para o carro em silencio e aos abraços. Peguei a sua mão e disse que ela era maravilhosa, nos beijamos e nos abraçamos, ela estava linda, seus olhos eram lindos. Era perfeita. Seguimos, a levei até sua casa, mas não mencionei nem um novo encontro. Não havia falado que era casado, e deixei entendido, que não podíamos ficar juntos não falando. Sua inteligência a permitia pensar sobre. Cada um tinha sua própria realidade. E era então importante não nos conduzirmos por emoções e romances. Ela agradeceu, e eu também, se tivéssemos que nos encontrar novamente isso ocorreria naturalmente. Eu não mais a procurei. E nem ela. Minha esposa chegou e pude então transar com ela novamente com mais frequência. Fiz os meus passos, mas foi mais duradouro. Minha esposa pude por ela de quatro, que era como ela gostava.