teu futuro que graça tinha?
olhar o passado que te permitia
e agora o presente te limita
a discriminar a existência perdida
passados anos
sorveu na decadência
a alegria passageira
de horas de inconsistências
o que tinha naquelas palestras?
o que tinha naquelas rodas de conversas?
o que tinha nos braços dela?
o que tinham elas com suas pernas abertas
o beijo que derreteu a urbe solar
o fragmento da realidade com misturas de plasmas e radiações espaciais
havia um lugar para pousar depois da onda da queda que subverteu
o derrame cerebral que nunca entendeu
se fosse alma de verdade
buscaria nos olhos da cartomante alguma certeza mental
no metal dos brincos brilhantes que reluzia nas luzes cadentes das estrelas perdidas
fosse o que fosse
seu passado regurgitou
recordações esquecidas por que nunca teve
a verdade sangrenta dos seres isolados
e da violência das mentiras dos ideais falsos
e quando olha o tempo e seu contexto perdido
tudo o que soube
estilhaços de vidros de histórias mal contadas
de gente cega
que ajeitam suas próprias vendas para não verem os fracassos da existência
Aqui ficam as humildes reflexões de um filosofo e amante da liberdade. Amante da arte e da poesia. Amante da paz, mas que sabe que vida é uma pedra que rola a montanha, querendo parar.
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020
sábado, 15 de fevereiro de 2020
No centro do universo o ser que esta abandonado e convencido de todas as possibilidades e dos limites escusos da sua mente e corpo.
Conversa consigo distante dos outros que apagou, distante da última explosão de seus sentimentos e próximo também, atento a qualquer momento da explosão do choque de universos entre os pares.
E olhando o horizonte as pessoas que se amam se emociona por não saber o que é sofrer por que quando isso aconteceu uma vez, não foi fácil lhe dar com a agonia da perda e arrancou qualquer possibilidade de paixão pela humanidade que segundo diziam sempre engana.
Fazendo uma estátua de barro decretou o nome inquieto, pela falta de alma. Foi além deu lhe espirito num espirro de seus testículos. Criando a forma humana que determinantemente se desfaria como poeira no tempo e que tinha condições para esbravejar os sentimentos, como também falar que podia amar, como também aceitava perder e que quando podia iria ganhar alguma coisa de alguém até perder para se encontrar.
Dobrou sua alma para questionar a existência dos sonhos. E quando jogava dados com os desejos mostrou-se impassível e relutante para que não se esquecesse que um dia viria aos ramos da chama a ardência do encontro vacante entre os espaços dos corpos no momento da volúpia da alma.
Um dia entre os vitoriosos sonhos, acordou com um sorriso bonito ao seu lado. Ela com ele dormiria bem ao lado um do outro sem saber que a noite nesses dias alguém morreu no bairro, como também alguém que nasceu, pequenino, e outro renasceu convicto que nada é mais importante que acordar sem ser incomodado.
Algumas vezes encontramos anjos e nem percebemos porque lhe damos mais com demônios.
E esses seres celestiais, belas e amorosas dão o conforto que a alma procura desde o nascimento aparentemente despretensioso da vida que se curva na paixão humana pela causa insubstancial do amor, a parte ou outro correspondente, a pessoa, ou o ser na graça, que contempla naturalmente a raiva, a paz, a alegria.
Os lagos dos mares celestes brilham na luz da lua, e ela fulgura seu manto sobre o corpo, as pernas longas estiradas alcança o limiar do leito, e assim o beijo desferido sobre a pele se repete para infinito como memoria, de lado a lado, em todos os peitos, na boca, nos cabelos, pernas, barriga, até o pescoço, e vai também com toques efusivos e calmos, um ou outro instante para ver a beleza tão perto suspirando no pelo de sabor e perfume de flor mais que na verdade é de divindade, vênus.
Conversa consigo distante dos outros que apagou, distante da última explosão de seus sentimentos e próximo também, atento a qualquer momento da explosão do choque de universos entre os pares.
E olhando o horizonte as pessoas que se amam se emociona por não saber o que é sofrer por que quando isso aconteceu uma vez, não foi fácil lhe dar com a agonia da perda e arrancou qualquer possibilidade de paixão pela humanidade que segundo diziam sempre engana.
Fazendo uma estátua de barro decretou o nome inquieto, pela falta de alma. Foi além deu lhe espirito num espirro de seus testículos. Criando a forma humana que determinantemente se desfaria como poeira no tempo e que tinha condições para esbravejar os sentimentos, como também falar que podia amar, como também aceitava perder e que quando podia iria ganhar alguma coisa de alguém até perder para se encontrar.
Dobrou sua alma para questionar a existência dos sonhos. E quando jogava dados com os desejos mostrou-se impassível e relutante para que não se esquecesse que um dia viria aos ramos da chama a ardência do encontro vacante entre os espaços dos corpos no momento da volúpia da alma.
Um dia entre os vitoriosos sonhos, acordou com um sorriso bonito ao seu lado. Ela com ele dormiria bem ao lado um do outro sem saber que a noite nesses dias alguém morreu no bairro, como também alguém que nasceu, pequenino, e outro renasceu convicto que nada é mais importante que acordar sem ser incomodado.
Algumas vezes encontramos anjos e nem percebemos porque lhe damos mais com demônios.
E esses seres celestiais, belas e amorosas dão o conforto que a alma procura desde o nascimento aparentemente despretensioso da vida que se curva na paixão humana pela causa insubstancial do amor, a parte ou outro correspondente, a pessoa, ou o ser na graça, que contempla naturalmente a raiva, a paz, a alegria.
Os lagos dos mares celestes brilham na luz da lua, e ela fulgura seu manto sobre o corpo, as pernas longas estiradas alcança o limiar do leito, e assim o beijo desferido sobre a pele se repete para infinito como memoria, de lado a lado, em todos os peitos, na boca, nos cabelos, pernas, barriga, até o pescoço, e vai também com toques efusivos e calmos, um ou outro instante para ver a beleza tão perto suspirando no pelo de sabor e perfume de flor mais que na verdade é de divindade, vênus.
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