Luzes da maquina
Seus reluzentes brilhos
Na madrugada reluziam a angustia mortal
Do frio do seu metal
A dor da sua queda na carne viva do humano
Que se doía ao carregar seu brilho pesado
As correntes que era leve e que agora pesadas o desgraçavam
A máquina pesada e cromada de prata reluz
A dor do humano sangrando enquanto carrega buscando a paz
a vida humana é cinza mas não apaga a luz led da máquina que
sempre pisca
Quem diria que a sua força seria teria o sacrifício humano
como mola
Disseram no passado que um dia seria livre pela fonte
infinita e fria do metal brilhando
Mas o manto agora cobria o robô deformado da forma humana descaída
que não mais sentia
Que apenas observava no monóculo escuro a miséria do escravo
ser
Que um dia foi seu amo agora era o seu escravo
O humano decadente está morrendo por causa da máquina que um
dia salvou
Com a técnica que a miséria e sua estupidez o deformou

