Nas estrelas a nuvem poeirenta
A sua primeira luz cândida que fulgura
Onda de cascatas de vidros espelhados partidos
E mil pedaços e mais um
Cada sombra que conquistava com seus reflexos
Era uma nos sublimes vagalhões
Onde o cristal se derretia
Onde as manchas de luzes se desfaziam
Com o tempo em sua sina
Querer o mar contigo se aproximar
Que o beijar das ondas poderia somar
A cada fagulha de chama da alma
Com a verdade brilhando na sombra
E as crateras escuras deixando os olhos cegos
Com sua imensidão
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