Aqui ficam as humildes reflexões de um filosofo e amante da liberdade. Amante da arte e da poesia. Amante da paz, mas que sabe que vida é uma pedra que rola a montanha, querendo parar.
sábado, 27 de abril de 2019
O sentido do vazio
Estar inepto a inteligência e vagar na incongruência e a ambição se instila fazendo um raso entendimento do que se aplica.
Variáveis e consagradas formas de abster se dá forma. Deleite e tristeza angustia e frieza. Nada existe e o que perpassa são arroubos e lances de materialização. Há quem persiste fazendo se serio o fazer de sua obra e é de fato o que não poderia ser. Subsistindo fazendo crer como a máquina que se deleita em si, para si e longe de si.
Poderia o ser já mancomunado com a inexistência se afrouxar dessas incongruências tristes e pueris. Vagamente tentaria, mas a concordata de suas irreflexões são arrochos de si que nem sequer se exigem. Somente o ruído, persistente ao todo.
O fato de se igualar a normalidade está na irreflexão de sua história que persuade o presente se assomando a realidade se se plasmando a eternidade. Pueris como são não dão tempo a filosofia e ansiosos para se afirmar se gastam no seco tempo de suas ignorâncias.
Assim suas flamulas já desbastadas são erguidas e há quem compartilhe a angustia que se deliberam, pois nessas apostasias da razão muito diletantes são as eras perdidas do entendimento.
A história como qualquer outra obra, no entanto persuadida se dilacera, fragmentada e despossuída é apenas uma ferramenta dos julgadores.
Mas o efeito dessa incongruência da razão história irrisória, afanada pela linguagem limitadora das inteligências consumidas pela irrisão e pela plasticidade do entendimento são abismais, e por ser como todo abismo conduzem ao vácuo qualquer tipo de luz e clareza a somente ser a escuridão que se maneja.
O vazio assim se estende ao mecânico existir da fatalidade. É e não é, são por sua vez uma substituição da idealidade eterna de um causo obliterado por inúmeras incertezas. No qual, a incerteza que se prepondera é aquela que não é questionável. E quando é, os pedregulhos da plasticidade se assomam juntos para derribar o sentido do existir.
Desta forma os apreciadores vagam sendo furos do mundo. Meticulosos se assemelham ao cataclismo de seus espíritos, sempre negando a luz, sempre se imiscuindo com banalidades. Sempre tornando o verossímil de suas externalidades. Nada encontrando e tudo subjugando quando desentendido. Mas o que custaria a suas inteligências negar aquilo que um dia foi aprendido por outros pedantes arreios. Custaria sua incongruência ensopada por nadas comprovados eivadas de suas já desgastadas cores.
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