quinta-feira, 30 de abril de 2020

Michael Moore Presents: Planet of the Humans | Full Documentary | Direct...

Governadores prometem quarentena mais rígida

Miséria da violência


A realidade é violenta.
você nasce de um parto, sangrando a barriga de sua mãe ou saindo por entre suas pernas, e rasgando a bolsa que te guardava, e que mesmo lá dentro, acredite, você queria sair, e por isso esta aqui lendo.
A vontade de sair também é significativa, assim como a vontade de ficar que se exaure no parte, a verdade é que quando cresce a bolsa estoura, então não pode ficar ou permanecer.
para a angustia de muitos que não estão acostumados a violência e não sabem lidar de forma sabia com as forças contrarias da existência fica a permanente ideia de segurança. a vontade de se manter apascentados, ou de se arriscar o mínimo, que é contraditório, pois na angustia que a juventude reflete, a agonia impulsiona a ações inconsequentes, beirando ao exibicionismo.


Estar ciente de que a crueldade paira e uma pratica de sabedoria, não que se deva pensar paranoicamente numa desilusão perpetua com a liberdade querendo acreditar que todos vão se matar, mas que deve buscar agir com paz e segurança, ter boas praticas de respeito, de dialogo, e de coragem, agir conforme a certeza clara da realidade, pois assim é também demonstrar retidão para evitar o confronto com a ignorância que late a qualquer hora, por qualquer motivo.


Mas é inevitável, a tristeza e a dor da angustia pode suscitar laivos de agressão fazendo perder a cabeça quando os planos que se almejavam são grassados pelo acaso que a realidade proporciona. E queira ou não isso também é um ciência. um saber que precisa ser compreendido, o saber sobre o caos da realidade, sobre o absurdo da existência.


Entender essas nuances pode nos levar ao amago da violência, que é a repressão sobre a existência, viver é duro, criar exige esforço, enfrentamento, e busca de liberdade, de agir conforme a inteligência sensata, de calar para aprender melhor, de pacientemente enfrentar a ansiedade, e de perseverar para viver um dia de beleza e gratidão.


No mundo moderno dessa contemporaneidade, fomos levado a crer pela mídia industrial que a existência deve ser absorvida de forma voraz, o que politicamente foi chamado de consumismo. mas não é esse o problema da existência, consumir a riqueza é natural e comum, a abundancia que as cidades proporcionam estão lá para serem exatamente consumidas. a questão aqui é a violência ríspida que a ignorância proporciona, e como ela esta ligada a volatilidade das coisas que se diluem com o uso que a realidade e as ações conduzem. A violência aqui esta na miséria que o desconhecimento dessas causas proporcionam, ou seja, não saber como a realidade conduz a inevitabilidade que as produções materiais nos exibem.
A violência esta na miséria da ignorância tornando assim o ser que néscio toma atitude primitivas sobre a realidade que se expõe, ignorando a realidade ela age conforme um primitivo que só acredita naquilo que leu contra a existência das cidades e da realidade e ignorando esbraveja contra a vida humana, e julga outros que apenas seguem a vida consumindo e escolhendo ou não aquilo que lhe foi proporcionado, desejando ou deixando de desejar o consumir com responsabilidade ou não, novamente a liberdade é sua escolha. Aos julgadores da existência a violência e a agressão àqueles que escolhem apenas viver.


A miséria é a ignorância. E esta como tudo na existência pode ser alimentada com pensamentos de pobreza, agressão e violência. Nesse momento entendemos que o pensamento pode sagrar a liberdade tornando o ser inapto para a reflexão e agindo por impulsos de vinganças se atormentando e prendendo suas expectativas a diatribes convulsivas que anulam a sua compreensão do todo, e da natureza da realidade. O ser assim busca uma segurança falsa erguida por pensamentos de certezas incoerentes.


Obviamente nem todos são assim. Muitos aprendem a viver sem ler e entendem a natureza da liberdade em amplos sentidos, sejam as de pensamento, sejam as das ações com a ética e a moral.


Disserta sobre violência e a miséria da margens a amplas questões da vida.  







quarta-feira, 29 de abril de 2020


O vazio é um encanto para o jovem quando o desconhecimento tange a porta da percepção nada vale. um mundo obscuro e a luz acende em espaços já aglomerados de outras ideias, e nada fica moco em absoluto, alguém seguiu? alguém viu? alguém passou por aqui? a certeza é não ser nada em absoluto é ser algo que seja e que permaneça mesmo que em silencio. O jovem persuade a si mesmo concatenando conhecimento e orgulho, ser o que não é, ser o que já foi, não beirar ao ridículo sendo um peça ridícula de maestros da filosofia nojenta e espúria, que ganha adeptos em cada geração.


Existe um comercio de pensamentos, e a longa permanecia de ideias grudentas é mais fácil aderir, também uma corrente extensa de garbosos e verborrágicos ilumines da ignorância cinge a liberdade em aparelhos monopolizadores de saber, as escolas e faculdades controladas muitas vezes por ignóbeis maestros da escuridão da inteligência e do orgulho, são treinados em universidades a espalhar a ignorância de filosofias mortas, e com pompa de rebeldes laivam a violência e hipocrisia.


Jovens são adestrados a serem ridículos, salvo uns que escapam com o pensamento livre e reflexivo e que não se rendem ao unanimidade que é burra. Esses jovens que não se rendem não discutem apenas os panfletos que lhes são distribuídos durante a vida arrisca sua existência lutando contra si e contra o universo decadente da sociedade pacificada pelo autoritarismo, andam sozinhos buscando soluções para suas angustias presentes, e enfrentam ou em silencio ou aos berros, ou tendo atitudes radicais, ou brigando demonstrando na realidade a sua vingança contra o mundo da mesquinharia, da bazofia e da mentira.


Mas uns morrem no caminho, e outros fazem apenas o que desejam, sendo donos de seus sonhos, realizando o que querem, erguendo a bandeira da independência, mesmo que se prestem a fazer concursos públicos. Aprendem que devem jogar como jogador, e que as ideais também são armas, mas os fazeres são apenas fazeres, e nada mais.


Preenchido a o vazio se deleitam com vazio e a nudez de sua espécie, do seu desejo e vivi o pelo nu, e pensa em nada, em nada mais que um orgasmo a ser alcançado.


Esses vencem e se tornam sábios, pensam com fúria e arranjam briga ou confusão com aqueles do passado que ainda discutem as mentiras de séculos atrás, mas que ainda assim não se propõem de imediato. Apenas esperam o momento certo que pode ou não chegar, o momento para derrubar a estrutura que fecha as portas da liberdades, o mecanismo que espolia cada um, o dilaceramento da liberdade que expropria a riqueza e a inteligência, a desgraça de uma opinião publica dissimulada e guiada para o fim que as ignorância pode dar.


A vida e o vazio se embrincam, na dança da existência confundido com a certeza os brincos vagos do niilismo natural.
E verdade esse niilismo passageiros. Mas é a verdade também a dança do universo e da natureza. E é verdade também o amor a vida.



Breves cadeias

O som tocava alto enquanto eu dormia em minha cela silencioso, queria a paz de deus no meu lado ou uma boa companhia feminina nesses dias enclausurado. Mas nada podia sofrer mais do que isso, as dores ficavam constantes e o aperto no peito de minha ansiedade grosseira perturbava-me silenciosamente.

Ficar em casa de quarentena era um desafio para quem estava acostumado a bares e salas de aula com moças lindas na primeira fila, e com essas lembranças a dor que se alastra no peito e vai para a mente sussurrava no anoitecer deixando minhas em tensão.

Não conseguia dormir. Até que.

A vizinha ligou seu som. Era o bom e velho rock’in roll que se tocava no aparelho. E isso fez aquele silencio acabar. Aquela angustia aumentar. Ela estava só?  Estava bebendo, ela bebia, eu precisava de uma doze de algum conhaque ou o que for, queria na verdade estar bêbado, fazia tempo que não bebia e não caia no chão, eu tinha parado por alguma razão desconhecida, mas até então não tinha pensado em continuar. Queria ficar sóbrio, e isso era por ter que escrever algo que me obrigaram, e quando tudo passou, quando acabei, quando não tinha, mas nada que obrigaram a fazer eu dormi por horas e horas e dias, olhando o sol nascer e se pôr da varanda de onde estava. O nada era um apelo aos meus pesadelos naquele momento. De tanto pensar em me esquecer da vida realizando as minhas obrigações agora estava no nefasto universo do esquecimento.

Quando ouvi a música, senti o cheiro da liberdade que nem lembrava. Essa vizinha era uma ótima mulher, era separada, era bem-sucedida, era uma dama, solteira e linda de cabelos cacheados. Quando eu via ela momentaneamente, esporadicamente atravessando a rua indo para algum carro, ou nas escadas subindo ou descendo, lembrei que nunca havia ganhado um sorriso e nada nem um olhar fixo, nada mesmo, eu não representava nada de atrativo para ela, e esse pensamento foi a ideia que me persuadia a nunca tentar nada com ela, a não pensar nela.

Mas naquela manhã eu pensei nela de novo.

Acontece que viver assim em apartamentos nos faz ter dois tipos pensamento, um de se isolar e outro de se aproximar, eu escolhi me isolar, não queria problemas, não queria emoções. Queria a distância social como as que se falavam tanto nos jornais, antissocial é como me definia, e pensar nela agora, me fez pensar que ela também era antissocial, eu acho, não sei, talvez somente com a gente aqui desse prédio.

Quando ainda pensava nela assim que mudei para esse lugar, tinha esperanças em algo secreto, uma aventura, a minha mente conspirou para que alguma coisa acontecesse de interessante, mas não aconteceu, ainda bem, poderia fazer tudo errado como um bebum apaixonado, assustando pessoas falando bobagens. Por isso a opção para o isolamento foi uma atitude sensata.

Já fui bebum, já atrapalhei gente em suas tragédias pessoais, e interrompi sentenças com ideais radicais, e me cansei de leituras do absurdo, dessas leituras selvagens que nos desinibem nos fazer crer em fantasias delirantes com gente desconhecida. Ideias com estéticas revolucionarias que não nos levam a nada somente a profunda decadência da existência. E foi quando arranjei um emprego de escritor e transcritor, e outras coisas.

Então acordei com a música que faz tempo não ouvia. Era um rock clássico, algo como Little Richards, pensei imediatamente nas danças daqueles tempos, quanto alegria, estonteante, um ritmo de requebrar era ótimo, cada um com seus passos, criando danças, danças malucas, sensação boa de libertação, a vibração e a alegria juntas, sorrisos, e pessoas dançando, o que era ao contrário de tudo o que está sendo agora. A liberdade era quente, e mexia, e fazia muitos dançarem sorrindo, estalando os dedos, mexendo os cotovelos, os quadris, sapateando, mexendo os pés. Rebolando e requebrando, o rock libertava estava tocando para mais uma vez libertar os jovens, os velhos, as crianças, era alegria, como as danças antigas em volta da fogueira, fazendo cada um se divertir a sua maneira, rindo de tudo, rindo de todos.

Eu queria ver. Saber se ela também estava dançando. Se ela também requebrava e girava pela sala, ou mexia na cozinha, ou rodava a saia. Queria saber se podia sentar e olhar e ver o céu azul da sua janela enquanto bebia o vinha numa taça pronta para me virar e ver alguém rodando sem se importar com nada.

Poderia ir testar a liberdade, mas uma vez.

E fui

Bati à sua porta, no terceiro toque entendi que não atenderia, e a música tocava alto ali o suficiente para reverberar por todo o lugar de seu apartamento.

Então quando ia desistindo, ela abriu a porta. E me chamou para dentro. E disse que pensou e mim em algum momento, imaginou que eu ouvia rock, por que já tinha me visto com a camisa do Elvis.

Eu entrei e fiquei feliz, parecia que meus desejos estavam se realizando, e estavam. Não queria nada, não queria beijo, queria dançar, e ficar cansado, e dormir em paz comigo, ela me ofereceu vinho, e disse que estava preparando petiscos, e enquanto ela fazia os petiscos dançava na cozinha e ria, ria alto, eu também sorri, era a alegria que nos faltava.

As músicas antigas são divertidas, não tem maldade, era apenas alegria, e era isso que nos interessava. O som do piano, e da bateria, e a guitarra fazendo harmonia, e aquelas paradinhas que a música fazia para fazermos cantar.

Depois de entornar um copo de vinho eu me embriaguei e fui para a varanda da sua casa, ver a cidade no entardecer. Olhei para trás e ela dançava e cantava. Como poderia acontecer a verdade de meus sonhos sendo realizada. Não havia maldade.

Era um dia bom, uma noite que chegava boa. E bebemos, e dançamos, comemos, e quando nossas pernas não aguentaram caímos no chão da sala. E enfim depois de nos libertamos da agonia que a existência nos proporcionou dormimos enquanto a música tocava.   

terça-feira, 21 de abril de 2020

Por quê 21 de abril é feriado nacional?





naqueles tempos
o estado
oprimia
desorganizava
o mercado que se autogeria
como sempre
em qualquer tempo o estado é
tirania
roubo
E na derrama
aumentava o imposto
e matava quem desafia
o estado em qualquer tempo
reprime
e rouba o dinheiro do povo
espremia os ganhos da papulação
e que fez alguns revoltados armarem a trama
foram descobertos
os inconfidentes libertários
que pregavam o fim dos abusivos impostos
da riqueza e da patifaria e seus funcionários
de regalias a privilégios, os estatistas do baixo ao alto clero
subjugam o povo com leis e regras absurdas
o estado desde sempre é o inimigo
o povo e seus inconfidentes lutam as revoluções
mas a traição espreita e dissuade por segurança
as liberdades que só podem ser decididas pelo individuo livre
Tiradentes entre outros libertários são exemplos
da luta contra a imposição e tirania
abaixo imposto!
abaixo a tirania!
Liberdade ainda que tardia!

sexta-feira, 17 de abril de 2020


Não há elos

Fazem diretamente perguntas obvias sobre a vida, elas se auto respondem no silencio catequético das vespas da morte, que flutuam na imensidão que reluz ceticismos.

Para que acreditar em elos, se estamos nos desvanecendo decrépitos na angustia que a tv perpassa automática. Os sonhos são os mesmos, mas a decadência é frugal e balanceada com meras horas de solvência intelectual.

E quando tinha passado horas na verdade das imagens fugidias esquecia o tempo e recordava de memorias do passado em luz, e se fosse sua concórdia com universo seria um experimento além da terra no espaço horizontal de sua queda.

E nos alelos confusos de extrema ordem com uma vespertina decadência da vida em consulta com a natureza.

O que de fato fez o universo ser uma clara dissociação da inteligência e que fez nas ordens uma espreita sombra.

Ela carregava estrelas nos olhos quando se embelezava para o espelho que a apreciava silencioso, em troca da sua esperada exposição nua, e que radiava uma grande aura de grandeza que exalava de seus pelos e cabelos, de seus olhos e macias mãos.

E fazia a chuva morna esquentar o tempo levemente, e trazia os sonhos de um passeio com guarda chuva e galochas, com a possibilidade de pisar as poças das aguas, fazendo transbordar para o infinito a liquidez da existência.

O som também queria participar da graça de seus sorrisos, das suas sensíveis mãos que estalavam dedos e despertavam galáxias adormecidas. 

Perante quadros que alcançou na alameda fria, tinha em sua presença imagens de céus claros, e nuvens brancas macias, e campos verde iluminados pela aurora da tarde esquecida, o universo estagnado numa pintura que faziam seus lábios morderem levemente, criando o êxtase sutil de seus desejos por arte viva.

A arte em sua mente transbordava a lucidez que aja tempos fora esquecida ou trocada por reticencias frugais de normas acadêmicas. Ela gotejava o sonho nos lábios inferiores, tinha acordada verdadeiramente ilustre, para aproveitar a primavera equatorial, que infinda desdobra a eternidade em esparsos cantos de silêncios e fúria de arvores e desejos.

Quando tinha nas mãos os quadros formando em dedos, o desejo torvasse realidade, prendia nas memorias a eternidade que de tanto se abusada pela discrepância da sociedade era a mais pura verdade.

Entendia o sonho que estava entre pesadelos, mas compreendia que o sonho agora era a mais pura realidade, o universo foi posto a baixo e decadente o passado não ousava mais se repetir.

Agora se faziam lojas, abriam-se mercados, os sonhos eram desenvolvidos, eram aprimorados, a grotesca ideai fora banida e esquecida tudo tinha aura do valor sentimental da existência, agora nada se perdia só se consumia com o sorriso largo tudo que a vida produzia, ninguém perdia, sempre se aprendia, o mundo, esse mundo que ela passava enquanto chovia era o mundo de um universo oposto de quem escreveu essas poesias.

quinta-feira, 16 de abril de 2020


Não quero ficar em casa

E te ver passar

Na ponte aérea

Rumo a solidão

Queria estar presente no seu seio

Olhar nos seus olhos com desejo

Amar sem desistir

Da eternidade que tinha cada passo e imagem

Que gerava a placa de vídeo

Do computador

 

Que beleza é o selo da presença

Do teu corpo sublime

Forma de deusa

Ninfa

Uma mistura de beleza humana encantada

Com vida

O som e a harmonia dos céus

De cantos altos de deusas que pisam nas nuvens

Gemendo ao deliciar as doçuras que os manjares proporcionam

 

Não quero ficar em casa

Quero um encontro com a beleza divina próxima

Perto tão para sentir a fragrância dos cabelos

A fragrância que exala os pelos

Deixando o corpo enriste

E sedento de desejo

Para tocar cada parte do corpo

E sentir cada delicado pelo

 

Quero estar em sua casa

Em sua cama

Você na minha

Eu na sua

Amando um milhão de vezes e mais cada gesto que sua boca e seu olhar podem dar

Ver de perto as roupas esguias abraçando a sua forma vênus divina