Aqui ficam as humildes reflexões de um filosofo e amante da liberdade. Amante da arte e da poesia. Amante da paz, mas que sabe que vida é uma pedra que rola a montanha, querendo parar.
quarta-feira, 29 de abril de 2020
O vazio é um encanto para o jovem quando o desconhecimento tange a porta da percepção nada vale. um mundo obscuro e a luz acende em espaços já aglomerados de outras ideias, e nada fica moco em absoluto, alguém seguiu? alguém viu? alguém passou por aqui? a certeza é não ser nada em absoluto é ser algo que seja e que permaneça mesmo que em silencio. O jovem persuade a si mesmo concatenando conhecimento e orgulho, ser o que não é, ser o que já foi, não beirar ao ridículo sendo um peça ridícula de maestros da filosofia nojenta e espúria, que ganha adeptos em cada geração.
Existe um comercio de pensamentos, e a longa permanecia de ideias grudentas é mais fácil aderir, também uma corrente extensa de garbosos e verborrágicos ilumines da ignorância cinge a liberdade em aparelhos monopolizadores de saber, as escolas e faculdades controladas muitas vezes por ignóbeis maestros da escuridão da inteligência e do orgulho, são treinados em universidades a espalhar a ignorância de filosofias mortas, e com pompa de rebeldes laivam a violência e hipocrisia.
Jovens são adestrados a serem ridículos, salvo uns que escapam com o pensamento livre e reflexivo e que não se rendem ao unanimidade que é burra. Esses jovens que não se rendem não discutem apenas os panfletos que lhes são distribuídos durante a vida arrisca sua existência lutando contra si e contra o universo decadente da sociedade pacificada pelo autoritarismo, andam sozinhos buscando soluções para suas angustias presentes, e enfrentam ou em silencio ou aos berros, ou tendo atitudes radicais, ou brigando demonstrando na realidade a sua vingança contra o mundo da mesquinharia, da bazofia e da mentira.
Mas uns morrem no caminho, e outros fazem apenas o que desejam, sendo donos de seus sonhos, realizando o que querem, erguendo a bandeira da independência, mesmo que se prestem a fazer concursos públicos. Aprendem que devem jogar como jogador, e que as ideais também são armas, mas os fazeres são apenas fazeres, e nada mais.
Preenchido a o vazio se deleitam com vazio e a nudez de sua espécie, do seu desejo e vivi o pelo nu, e pensa em nada, em nada mais que um orgasmo a ser alcançado.
Esses vencem e se tornam sábios, pensam com fúria e arranjam briga ou confusão com aqueles do passado que ainda discutem as mentiras de séculos atrás, mas que ainda assim não se propõem de imediato. Apenas esperam o momento certo que pode ou não chegar, o momento para derrubar a estrutura que fecha as portas da liberdades, o mecanismo que espolia cada um, o dilaceramento da liberdade que expropria a riqueza e a inteligência, a desgraça de uma opinião publica dissimulada e guiada para o fim que as ignorância pode dar.
A vida e o vazio se embrincam, na dança da existência confundido com a certeza os brincos vagos do niilismo natural.
E verdade esse niilismo passageiros. Mas é a verdade também a dança do universo e da natureza. E é verdade também o amor a vida.
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