sexta-feira, 1 de maio de 2020


não há vitória no ramo da miséria

A uma crença letal que paira na atmosfera da filosofia. Uma crença na matéria, um paradoxo que substitui a realidade que abrange o espirito e a razão por emoções vinganças e inveja, e também coisa, objetificação.
Essa crença carcomida e cruenta, condiciona o saber a ideias plásticas, fugazes da existência. Ela guia os interessados ao uma dimensão onde o ar que paira é fingindo e abstrato nas pleuras da ignorância.
O ser que se deixa controlar, não finge mais, ele nesse aspecto inverte a inteligência como quer, ao se desejo contornar para chegar assim, no que imagina ser uma verdade.
A cirurgia que se deixam fazer é embaraçada em diversos ramos da inteligência, podendo escapar quem estar atento a critica a esta ideias plástica da existência. É preciso para isso ser sábio, e admitir falhas e acima de tudo estudar as diversas áreas do conhecimento com profundidade, é preciso ter calma e paciência, pois a medida em que há libertação dessas nocivas ideias, a uma angustia que cresce, e que aborrece por nos fazer saber que fomos enganados.
Esses tipos de ideias, são constantemente recicladas, e repetidas fazem crer que são unanimes, condizentes com a realidade, porem a realidade que se abrange essas ideias é limitada uma escopo anterior do conhecimento, ou seja, ele apenas deslumbra uma fase inicial do saber, mas não a sua totalidade que ela também ignora.
A manutenção dessas ideias levam a discórdia com o universo, e com a criação humana, são excrecências da inteligência limitada, que vorazmente luta contra a sabedoria real da vida.
Subordinam o ser a condição de coisa, de ser sem importância, de ser sem fé e alma, e não apenas isso, condicionam populações inteiras, indivíduos que buscam totalidade na liberdade e na responsabilidade, como também na espiritualidade.
O ser assim se diminui e se dilui, a arbitrariedade de outros já violentados e condicionados. Agora o ser só obedece e não pensa. Apenas segue ordens, apenas pensa o que o comando quer que ele pense, ele esta obediente, ele esta fadado ao controle que exercido em diversos campos do saber. Pensar fora do que lhe foi apresentado desde a infância é ser louco, é ser inimigo da ordem, é não ser nada.
E essas ideias de orquestração primitiva ainda hoje são consumidas. E limitam a inteligência, e subordinam a liberdade e conhecimento as regras.
Podem dizer eles que as coisas não são tão duras como se imaginam, mas a violência dessas ideias ultrapassa a agressão física. A agressão agora é contra a natureza, é uma tentativa de reduzir o ser a nada, de torna-lo objeto de engenharia social sobre controle de comandos coletivos geridos por cérebros doentios e sedentos de orgulho, vaidade, ganancia.  

    

Nenhum comentário:

Postar um comentário