sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Saber? O que? Pela metade do rio se embarca na areia O senso passou sem ver O que podia acontecer Péssimo? O que era frugal aos seus olhos era volume em espécime De vida podre e rica de nobreza a ser vivida O amanha aconteceu Sem você perceber Cada dia em silencio O que podia encontrar As fabulas dos insanos na rua Do medo e do ataque Quando as estrelas caíram não foram mais estrelas Cuidado com os caminhos incertos É provável ser um cometa em suas mãos Ou uma estrela luminosa a se apagar O que tinha esses sons Um toque atrás do outro Um gemido em cima do outro Batidas e batidas enquanto caia o estado Queimando os animais vivos E os sonhos perdidos De um lugar abandonado na distopia do medo Acreditar que quebrando as regras vai mudar? Vai ser o quadrado absurdo do delírio de um nobre imundo O que mais poderia contar? O que tinha em mãos enquanto se fez provocar Apenas os sinais de decadência em apelos constantes É sabido que é miserável sábio Escrito em misericórdia de hipócrita Violência ao sol quebrado e escuro Depressão é uma porta aberta bem ali O sonho de morte qualquer um alcança Só não vive quem não quer É tudo sorte e esperança Tudo acaso de deleite Um mero sujeito de astrais arrogâncias O coliseu fechou com seus olhos abertos E a lagoa que visitou continua a mesma até que deseje ser Uma lagoa perdida no espaço

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