Aqui ficam as humildes reflexões de um filosofo e amante da liberdade. Amante da arte e da poesia. Amante da paz, mas que sabe que vida é uma pedra que rola a montanha, querendo parar.
sábado, 24 de outubro de 2020
Quando a arte morreu
A arte não morreu, ela esta viva em algum lugar, em espaços abandonados da mente, ou em territórios restritos da inteligência. É ousado dizer que morreu se algo assim é impossível de desvanecer, é derradeiro saber que até mesmo entre seus restos e escombros ainda se observa arte nos seus pés, no lixo, nos monturos, onde a falta ou onde não há nada.
A arte existe me qualquer forma, seja bela e horrível, é o que dizem, e assim ela persiste, as vezes mais feia, e medíocre, por vezes mais bela e maravilhosa.
Quando sabem, quando experimentaram continuar e persistir a arte se refez mais sabia, inteligente, coerente, bela, tocando cada detalhe que a forma o substrato da alma, formando ao espirito uma cadencia de beleza que marca e que inspira. E para isso é preciso que haja vontade, que aja interesse, e mesmo nesse interesse se pode através dele buscar o comum extrato de absurdos. Como escrevi, até o que é tosco, ou melhor precisamente tosco existe arte. Quero dizer que quando se faz uma arte que busque ser algo estranho e por isso requintado, se distingue em criar algo em detalhes de confusão. Isso é uma arte.
Mas arte como é, não se limita, é uma ação, uma fazer na busca de ser perfeito em qualquer atividade, não está apenas na mão de pinto ou do artista como comumente conhecemos, está na fazer que se faz e que se desenvolve, e se melhora, buscando sempre a perfeição, mesmo que em certas condições ela se limite apenas aquilo que é, ou que se tornou.
A ser humano assim, desenvolve a arte individualmente, em seu espirito ele busca ser um ator pessoal, ou alguém honesto e que sabe algo, e faz algo, cria também quando deseja, e reconhecido por isso, talvez por grandes plateias, ou mesmo entre si mesmo.
A arte pode morrer? Não pode. Mas quando ela não inspira ela apresenta um caminho para seu abandono. Ela precisa tocar o espirito para viver, para enternecer, para então ser provada perante a existência de que é por excelência.
Alguns artistas morrem com sua arte, outros não ensinaram o suficiente, e por isso conduzem a uma enigmática decadência.
O mundo pode abraças as artes. Mas que artes? Existem inúmeras. Cada uma distinta, outras até pop, e que não morrem até que se troquem.
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