Aqui ficam as humildes reflexões de um filosofo e amante da liberdade. Amante da arte e da poesia. Amante da paz, mas que sabe que vida é uma pedra que rola a montanha, querendo parar.
quarta-feira, 7 de outubro de 2020
Pegue essas verdades e as jogue-as na parede e diga, são falsas! Nada existe e tudo é uma ilusão dirá consigo enquanto traga um copo de café quente se queimando leve na língua. Como pode existir dor, que mundo é esse de dor, de arrogância travestida de humildade, essa vontade de fazer o bem, mas fazendo o errado em cama macias, e campos de flores, planto minas, e bombas remotos que estouram em vinte anos, todos saem decepados, muitas vezes são mãos, pernas e crânios, saem aos pedaços rogando misericórdia a quem se compara com parte diferentes das suas, os que souberam carregar o fardo da existência sem seus membros, quaisquer que tenham em pedaços.
A verdade está decepada em migalhas menores e cada vez menores, quem entendera as vozes que gaguejam palavras soltas em dilemas de angustias sobre a vida em frangalhos? Os que sabem e que não se importam seguem, aprenderem a cooperar entre si, a fazer algo além de si, a seguir sem serem incomodados, mas desses não a espaços nessas linhas, são os decepados que estão descritos na carga volumosa da existência, esses que arrecadam memorais, frases, e cantos de subsistência do espirito, mas sempre começam errando, fazendo erros, por que alguém ou alguma coisa quer que façam mesmo não sabendo que os problemas ali no começo só aumentam, por uma boa causa.
Como ignorar o campo?
É possível ignorar, é possível deixar e fazer um lugar melhor em meio ao quadrado ao seu redor. É deixar, e esquecer que façam a destruição sua ruina, levantar e limpar, ler, escrever, amar. Mas chega horas de caos, absurdos da existência batem a porta, escancaram o medo, a angustia, o temor do terror imaginado, e o que se faz? O anuncio de esquizofrenias em ruas e pesadelos, martelando ideais frágeis, e mortíferos, podemos ser iguais? E podemos consertar o mundo com ideias? Que tal ensinar nas escolas e seguir autoridades frágeis e ambiciosas, o sangue corre na veia de cada, todos morrem.
As veias latentes de emoções decadentes, amar, transar, perder e ganhar, uma vitória de cada vez, um pesadelo de cada vez, um sonho a ser desmitificado de cada vez, um desejo realizado, ela nua, o livro terminado, não estar na guerra é necessário, fugir enquanto possível, experimentar enquanto prazer, decadência para erguer o martelo da frase de cada dia.
Uma noite fui ver ela. Esta escura sua rua, mas do que comum, eram as nuvens cobrindo o céu era a falta de estrelas também, eram as luzes apagadas nas esquinas, o nada de animal algum sem estar ali perambulando.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário